A frágil Democracia, de transparência nebulosa, e a República, tão vulnerável e não consolidada, no estágio atual
representam visível farsa política, no BRASIL.
A incansável busca pelo aprimoramento do sistema político, eleitoral e modernização do conglomerado institucional, do aparelho de estado, exigem inovações disruptivas seguras, confiáveis, de geração livre e independente por parte da própria sociedade política produtiva, e não por simples outorga de um congresso constituinte.
É preciso romper com padrões anacrônicos de organização política e funcional, que vêm desde o século 18, evoluir para modelos aprimorados e tecnologias mais eficazes à Gestão da República, no século 21.
Essa deve ser mais elevada prioridade, por parte da sociedade civil – elevada a sociedade política – para ocupar o centro de agenda por reforma e inovação, ao mais amplo e aprofundado debate aberto da população produtiva, sem açodamentos.
É preciso libertar-se de opressivas amarras burocráticas e excessiva hipertrofia do atual modelo republicano, para a sociedade se desenvolver em liberdade de iniciativa.
A introdução inicial nos leva a revisitar conceitos simples, alinhar o entendimento em torno de visões conceituais que acomodam o significado político. Em razão do nível estratégico da ação – individual ou coletiva – há variadas camadas conceituais que se pode resumir à essência da ação política.



