A incansável busca por aprimoramento do sistema político, eleitoral e modernização do conglomerado institucional, do
aparelho de estado, exigem inovações disruptivas seguras, confiáveis, de geração livre e independente, por parte da
própria sociedade política produtiva, e não por imposição de outorga de um congresso nacional.
É necessário romper padrões anacrônicos de organização política e funcional, que vêm desde o século 18, e evoluir para
desenhos aprimorados de tecnologias mais eficazes à Gestão Pública, para o século 21.
Essa deve ser mais alta prioridade, por parte da sociedade civil – elevada a sociedade política – para ocupar o centro
de agenda por reforma e inovação, ao mais amplo e aprofundado debate aberto da população produtiva, sem açodamentos.
É preciso libertar-se de opressivas amarras burocráticas e excessiva hipertrofia do atual modelo republicano, para a
sociedade se desenvolver em liberdade de iniciativa.
A introdução inicial nos leva a revisitar conceitos simples, alinhar o entendimento em torno de visões conceituais que
acomodam o significado político. Em razão do nível estratégico da ação – individual ou coletiva – há variadas camadas
conceituais que se pode resumir à essência da ação política.




